Duas pessoas morreram em um grave acidente registrado na madrugada de hoje (25), quarta-feira, na rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), no viaduto que dá acesso ao Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá.
As vítimas foram identificadas como Luana de Oliveira Alves, de 29 anos, e Matheus Magalhães do Nascimento, de 24 anos.
De acordo com a Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), o casal estava em uma motocicleta Honda XRE 300 e seguia no sentido Cuiabá–Chapada dos Guimarães. Ao chegar ao km 10, a condutora tentou acessar, à direita, o viaduto, momento em que perdeu o controle da direção.
A moto bateu contra a barreira de contenção localizada na lateral da via. Com o impacto, as vítimas foram prensadas e arrastadas contra a barreira do viaduto.
O passageiro morreu ainda no local. Já a condutora chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Militar realizou o atendimento inicial da ocorrência.
A Deletran investiga as circunstâncias do acidente.
A Polícia Militar de São José dos Quatro Marcos foi acionada na manhã de terça-feira (24), por volta das 9h, para atender uma ocorrência de acidente de trânsito na MT-175, envolvendo uma motocicleta e uma caminhonete.
Após o chamado via 190, a equipe de rádio patrulha deslocou-se imediatamente até o local e constatou a veracidade dos fatos. No ponto indicado, os policiais encontraram um veículo Fiat Strada com avarias na lateral e o retrovisor esquerdo quebrado. O condutor, de 45 anos, apresentava algumas lesões.
Próximo à via, em uma área de mata, estava caída uma motocicleta Yamaha YBR. O motociclista, de 52 anos, foi encontrado caído ao solo, com sangramento no rosto.
Uma ambulância do município foi acionada, prestou os primeiros socorros no local e, em seguida, encaminhou a vítima para a unidade de saúde, onde permaneceu sob atendimento médico.
Em relato aos policiais, o motorista da caminhonete informou que estava parado às margens da rodovia, aguardando para realizar uma conversão à esquerda para entrar na fazenda onde trabalha. Segundo ele, não percebeu a aproximação da motocicleta, notando apenas o momento da colisão. Após o acidente, ele acionou a Polícia Militar para comunicar o ocorrido.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde do motociclista.
Na tarde do último sábado, (21/03), por volta das 16:30Hs, a Polícia Militar realizando rondas ostensivas pela famosa Rua do Lavapés, quando foi acionada via CIOSP informando que na mesma via, equina com a Rua dos Canários, havia duas pessoas armadas com foices e brigando, ou seja, num alvoroço medonho.
Após a solicitação a rádio patrulha foi ao local e constatou a veracidade dos fatos, localizando inicialmente o senhor de iniciais A.L. de 65 anos, acompanhado de outras pessoas (curiosos), relatando que o sobrinho do senhor em questão, chegou à residência armado com uma faca, arrombou a porta da frente no coice e caiu pra dentro, em seguida, tentou plantar a pexeira no tio, porém, o mesmo saiu correndo em direção ao portão, nisso, o sobrinho pegou uma pedra e jogou em sua direção, vindo a acertá-lo na região da barriga.
Segundo ainda a vítima, já cansado de correr do sobrinho, se armou com uma foice para se defender das agressões e correu para a casa da sobrinha e trancou o portão, e, mesmo assim, o suspeito ainda tentou lhe esfaquear, porém, ao perceber que estavam ligando para a polícia ele fugiu em uma bicicleta, tomando rumo ignorado.
Após o relato da vítima e populares, e em posse da ‘feição’ do indivíduo, a equipe realizou rondas nas imediações e conseguiu localizar o suspeito desfilando com a bicicleta no mesmo bairro, inclusive, na cestinha da bicicleta estava a faca e a pedra, utilizada no crime.
Diante da situação o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido ao CISC para as devidas providências.
Segundo ainda a polícia, o suspeito se encontrava exaltado e ainda ameaçando o tio e demais familiares, mesmo na presença da equipe, além de, negar a fornecer seus dados pessoais.
Dois homens foram presos na noite de ontem, terça-feira, (25), por volta das 21h, suspeitos de planejar o assassinato de um policial penal, no bairro Noise Curvo, em Várzea Grande. A ação foi realizada por equipes da Força Tática após denúncias de moradores sobre um veículo circulando de forma suspeita na região.
De acordo com o boletim de ocorrência, moradores informaram que dois suspeitos, em um GM Celta branco, estavam transitando repetidas vezes pelas ruas do residencial e parando em frente a algumas casas, o que levantou suspeitas.
Durante patrulhamento, os policiais localizaram o veículo e realizaram a abordagem. Em revista, foi encontrada uma pistola calibre .45, da marca Taurus, municiada com 12 munições intactas.
onforme a polícia, durante entrevista, os suspeitos afirmaram integrar a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e relataram que estavam na região com a missão de executar um policial penal, a mando de um detento identificado.
Ainda segundo a ocorrência, a possível vítima compareceu ao local da abordagem e confirmou que os suspeitos haviam permanecido por alguns minutos em frente à sua residência, além de terem passado diversas vezes pela rua.
Dando continuidade às diligências, as equipes se deslocaram até um imóvel no bairro Bela Vista, em Cuiabá, e posteriormente até o bairro Pirineu, novamente em Várzea Grande.
Em uma quitinete onde os suspeitos estavam hospedados, os policiais encontraram uma porção de substância análoga à maconha e mais 25 munições calibre .45.
Diante dos fatos, os dois suspeitos, ambos de 29 anos, foram encaminhados à Central de Flagrantes, com uso de algemas. O veículo utilizado pela dupla foi apreendido e encaminhado ao pátio da empresa VIP Leilões.
Os suspeitos devem responder por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, tentativa de homicídio e tráfico ilícito de drogas.
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Após mais de 12 horas de julgamento, o Tribunal do Júri de Barra do Bugres condenou, na noite de hoje (24), Francinaldo José da Silva e Talita Canavarros Soares pela morte brutal do próprio filho, um bebê de apenas 39 dias. O crime ocorrem em 2 de janeiro de 2021.
O Conselho de Sentença acolheu a tese do Ministério Público Estadual (MPE) de que a criança não foi vítima de um acidente, mas sim de sessões de espancamento que resultaram em um traumatismo craniano irreversível.
O juiz Lawrence Pereira Midon leu a sentença fixando as penas em:
Talita Canavarros Soares teve a pena-base foi fixada em 12 anos de prisão, com reconhecimento de atenuante de confissão, ainda que qualificada, e agravante pelo fato de a vítima ser criança e filha da ré, resultando em pena efetiva de 14 anos de reclusão. Pelo delito de fraude processual, a pena foi de seis meses de detenção e dez dias-multa, somando 14 anos e seis meses de detenção, mais dez dias-multa. O magistrado autorizou o imediato cumprimento da sentença e decretou a prisão preventiva dela.
Quanto a Francinaldo José da Silva o juiz fixou a pena máxima em 12 anos de reclusão, com reconhecimento de atenuante de confissão espontânea. Não foi aplicada a agravante de paternidade, com base em entendimento pacificado sobre analogia paterna. Por outro lado, foi reconhecida a agravante do crime ter sido praticado contra criança, fixando a pena em oito anos de reclusão pelo homicídio. Pela fraude processual, a pena foi de seis meses de detenção e dez dias-multa, totalizando oito anos e seis meses de detenção, mais dez dias-multa. O regime inicial de cumprimento da pena foi definido, e Francinaldo teve concedido o direito de apelar em liberdade.
Cérebro destruído e múltiplas fraturas
O ponto mais dramático do julgamento foi a exposição do laudo pericial assinado por um neurocirurgião. O promotor Roberto Arroio Farinazzo Junior não poupou detalhes ao descrever a agonia da vítima.
Segundo a acusação, o crânio do bebê apresentava diversas fraturas e o cérebro estava "destruído" por golpes repetidos.
"Quando achamos que chegamos ao limite da maldade humana, percebemos que ela é ilimitada. Isso é uma barbárie", afirmou o promotor ao exibir fotos do recém-nascido com dezenas de hematomas roxos pelo corpo.
A perícia constatou que as lesões tinham colorações diferentes, o que prova que a criança era torturada sistematicamente antes do golpe fatal. "Ou davam socos na cabeça, ou jogavam no chão, ou arremessavam contra a parede", completou a promotoria.
Frieza e deboche no banco dos réus
Depoimentos de investigadores que atuaram no caso em 2021 reforçaram a convicção dos jurados. A investigadora Adriana Oenning relatou que, no dia do crime, a mãe demonstrava uma frieza atípica e chegou a ser "debochada" com a equipe policial.
No plenário, Talita admitiu ter derrubado o filho enquanto estava bêbada, mas negou a intenção de matar. "Eu sou dura, não consigo chorar", justificou a ré.
Francinaldo, por sua vez, tentou se eximir da culpa direta pelas agressões, embora tenha admitido que ouviu o barulho da queda na varanda e não socorreu o filho e nem chamou o Samu.
Ele insinuou que Talita, sob efeito de álcool, perdia o controle e que já havia tentado esfaqueá-lo no passado. Durante os debates, ele chorou ao ver as imagens do filho morto, enquanto Talita evitou olhar para as provas.
Cena do crime lavada
A acusação também provou a qualificadora de fraude processual. Policiais relataram que, apesar das tentativas do casal de limpar a varanda da residência, a perícia encontrou manchas secas de sangue humano no contrapiso.
O Ministério Público sustentou que o casal gastou tempo tentando apagar os vestígios da violência em vez de acionar o Samu para salvar o bebê, que foi deixado agonizando na cama até a morte.
Com a decisão dos jurados, os réus saem do fórum direto para o sistema prisional para o cumprimento das penas em regime fechado, sendo que Francinaldo teve concedido o direito de apelar em liberdade.