Na manhã desta quarta-feira (15), por volta das 11h, uma jovem de 18 anos procurou a delegacia de polícia para registrar um furto ocorrido no salão de beleza onde trabalha, localizado na Rua Comandante Balduíno, no centro da cidade.
A comunicante relatou aos investigadores de plantão na 1ª Delegacia de Polícia (1ª DP) que, durante a madrugada, criminosos invadiram o estabelecimento e furtaram diversos objetos, entre eles uma televisão, duas máquinas de cortar cabelo, uma capa de barbeiro e uma cafeteira.
Diante do ocorrido, a jovem decidiu procurar a unidade policial para comunicar o fato e solicitar providências.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF).
Um jovem de 22 anos, identificado como Carlos Eduardo Arruda Perreira, foi morto na noite de ontem, terça-feira (14), em uma residência no município de Poconé.
De acordo com informações da Polícia Civil, a ocorrência foi registrada por volta das 23h e atendida inicialmente pela Polícia Militar. A vítima foi encontrada com diversos cortes na região da cabeça, provocados por arma perfurocortante.
Carlos Eduardo chegou a ser socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde, porém, não resistiu aos ferimentos e já deu entrada sem sinais vitais.
A Polícia Civil instaurou inquérito e investiga o caso para esclarecer a motivação e identificar o autor do crime. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou prisões.
Uma mãe, de 21 anos, foi presa pela Polícia Militar na manhã da última segunda-feira (13), suspeita de tentar esganar a própria filha, uma bebê de aproximadamente três meses de idade, no distrito de Santo Antônio do Fontoura, em São José do Xingu.
De acordo com informações da ocorrência, a equipe policial foi acionada por uma conselheira tutelar, que solicitou apoio no pronto atendimento da localidade.
No local, a recém-nascida já estava sob cuidados após ter sido socorrida pela avó e pelo tio materno. Segundo relato do tio, ele precisou intervir rapidamente ao perceber que a mãe estaria apertando a criança com força excessiva, em um ato que poderia ter causado a morte da bebê.
Ele afirmou que a intervenção foi decisiva para evitar uma tragédia. À polícia, a suspeita relatou que havia passado a tarde ingerindo bebida alcoólica na casa de uma amiga e que, ao retornar para casa, iniciou uma discussão com o companheiro.
Durante o desentendimento, ela teria segurado a filha de maneira agressiva, chegando a afirmar que poderia tirar a vida da criança. A mulher também declarou que a bebê estava chorosa e agitada desde o dia anterior, o que teria contribuído para seu estado de irritação.
Após o atendimento inicial, os policiais se deslocaram até a residência da suspeita, onde efetuaram a prisão. Durante a ação, o pai da criança teria desacatado os agentes com ameaças e ofensas verbais, situação que também foi registrada.
A suspeita foi encaminhada para a unidade policial para as providências cabíveis. O caso será investigado pelas autoridades competentes, enquanto a criança permaneceu sob cuidados e fora de risco.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (15.4), a Operação Catalunha, para cumprimento de 20 mandados judiciais contra integrantes de facção criminosa instalada no município de Tangará da Serra.
Foram cumpridos 16 mandados de prisão preventiva, além de bloqueio de diversas contas bancárias utilizadas para movimentação e ocultação de valores oriundos do tráfico de drogas.
As ordens foram decretadas pelo Poder Judiciário da Comarca de Tangará da Serra, com parecer favorável do Grupo de Atuação Especializado no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra alvos na região do bairro Barcelona.
Durante os trabalhos de para cumprimento dos mandados os policiais civis apreenderam grande quantia em dinheiro e drogas, até o momento duas pessoas foram presas em flagrante delito.
A Operação Catalunha contou com a participação de 60 policiais civis, 15 viaturas e o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao crime organizado.
A ação da Polícia Civil em Tangará da Serra faz parte de uma estratégia contínua de repressão qualificada, com foco na desarticulação de grupos criminosos e na responsabilização penal de seus integrantes.
Investigação
As diligências iniciaram em janeiro de 2026, conduzidas pela equipe de inteligência da Delegacia Regional e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra. O objetivo foi apurar a atuação de uma organização criminosa estruturada, voltada ao tráfico de drogas e à associação para o tráfico no município.
Ao longo das diligências foram reunidas provas robustas que demonstram a existência de um grupo com organização hierarquizada e divisão de tarefas bem definida, atuando de forma coordenada na prática dos crimes.
O avanço significativo das investigações ocorreu após o cumprimento de mandado de busca e apreensão ocorrido em dezembro de 2025. A partir dessa ação, os investigadores obtiveram elementos decisivos que permitiram identificar outros integrantes e aprofundar as apurações.
Os indícios apontaram que todos os alvos possuem envolvimento direto com o tráfico de drogas, desempenhando funções que vão desde a comercialização e logística até o financiamento e suporte operacional das atividades ilícitas.
Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias dos investigados, medida que visa enfraquecer financeiramente a organização criminosa e interromper o fluxo de recursos provenientes do tráfico.
Para o delegado responsável pelo caso, Ivan Albuquerque, a operação representa um importante avanço no combate ao crime na região. “A operação desmantelou um grupo criminoso. É um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado. O tráfico de drogas não vai prosperar nesta região”, afirmou.
Renorcrim
A operação integra o planejamento estratégico da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas), que visa traças estratégicas de inteligência de combate de forma duradoura à organizações criminosas.
A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A Rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
Em uma demonstração de apoio à inclusão social e à melhoria da infraestrutura urbana, a Câmara de Cáceres aprovou por unanimidade, durante a sessão ordinária desta semana, a Indicação 182/26, de autoria do vereador Flávio Negação (MDB), presidente da Casa.
A propositura sugere que a prefeitura, desenvolva um programa destinado à construção gratuita de calçadas em imóveis residenciais de famílias de baixa renda. A medida poderá ser integrada às ações do Projeto "Calçada Viva – Nossa Rua, Nosso Cuidado", visando ampliar a acessibilidade, segurança e qualidade de vida no município.
O vereador Negação justifica a indicação destacando os desafios que a gestão pública enfrenta para garantir condições adequadas de infraestrutura urbana, especialmente para famílias de baixa renda, que muitas vezes não possuem recursos financeiros para realizar melhorias básicas como a construção de calçadas, mesmo após conquistarem a moradia própria.
“A calçada é essencial para a mobilidade urbana, segurança e acessibilidade, garantindo o direito de ir e vir da população, em especial idosos, pessoas com deficiência e crianças. A ausência ou precariedade dessas estruturas contribui para riscos de acidentes, dificuldades de locomoção e prejudica a organização urbanística da cidade”, afirma o parlamentar.
A indicação complementa o Projeto "Calçada Viva – Nossa Rua, Nosso Cuidado", iniciativa já existente da prefeitura que busca promover melhorias no espaço urbano através da corresponsabilidade entre poder público, moradores, comerciantes e setor empresarial. No entanto, a propositura do vereador reconhece que, para a população de baixa renda, a corresponsabilidade pode ser um fardo pesado, necessitando de apoio direto.
Com a aprovação unânime, a Indicação será encaminhada à prefeita, com cópia para a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Logística e a Secretaria de Assistência Social, para que sejam realizados os estudos de viabilidade e implementação do programa. Conforme a legislação municipal, o Executivo tem o prazo de 30 dias para responder a solicitação.
O vereador Manga Rosa (PSB) propôs ao Executivo a instalação de três redutores de velocidade (quebra-molas) na avenida Padre Casemiro, nas proximidades do Ginásio de Esporte Didi Profeta. A Indicação foi aprovada por unanimidade pelo parlamento, em sessão ordinária da Câmara de Cáceres realizada nesta semana.
De acordo com o parlamentar, o local possui trânsito intenso, o que pode provocar acidentes envolvendo, principalmente, crianças e idosos que frequentam o ginásio.
"Ressalta-se, ainda, que o local é amplamente utilizado por munícipes que frequentam a academia ao ar livre, praticando atividades físicas durante o dia e também no período noturno, aumentando significativamente o risco de acidentes", enfatiza o parlamentar.
Ela reforça que as lombadas vão promover mais segurança no trânsito, prevenir acidentes e garantir a integridade física das pessoas que frequentam o Didi Profeta.
A Indicação de Manga foi aprovada pelo parlamento sob o número 199/26. Ela pode ser conferida na íntegra por meio do Sistema de Apoio ao Processo Legislativo. [https://sapl.caceres.mt.leg.br/materia/11134]
Conforme a legislação municipal, a prefeitura tem o prazo de 30 dias para responder a solicitação.
Na noite de ontem, terça-feira (14/04), por volta das 21Hs, equipes da Polícia Militar, Força Tática e Bope receberam informações de que estaria ocorrendo um possível “tribunal do crime”, promovido por integrantes de facção criminosa, em uma residência localizada na Avenida das Camélias. O local já era conhecido pelas equipes policiais por ser frequentemente utilizado por membros de facção.
Segundo as informações, gritos estariam sendo ouvidos no interior do imóvel, o que reforçou a suspeita de prática criminosa em andamento. Diante da denúncia, as guarnições se deslocaram até o endereço, onde avistaram, em frente à residência, alguns indivíduos já conhecidos das equipes por envolvimento com a referida facção. De imediato, foi realizada a abordagem e o adentramento no imóvel.
No local, os policiais encontraram a vítima, uma adolescente de 17 anos, amarrada pelas mãos e pés. Ainda no interior da residência, foi localizado um suspeito de 24 anos, que estava com aparelhos celulares em chamada de vídeo com outros indivíduos, possivelmente integrantes da facção criminosa. O suspeito portava na cintura uma faca com cabo de madeira, sendo também encontrados nas proximidades da vítima um facão e uma faca de cozinha.
Durante a ação, foram localizadas ainda duas mulheres, de 34 e 42 anos.
Ao serem questionados sobre a motivação dos fatos, os suspeitos permaneceram em silêncio. No entanto, conforme relato da vítima, ela teria sido atraída até a residência pela suspeita de 42 anos, sob o pretexto de uma conversa. Ao chegar ao local, foi rendida pela suspeita de 34 anos, mediante ameaça, em conjunto com o suspeito de 24 anos, sendo então amarrada e submetida a um interrogatório conduzido por integrantes da facção criminosa por meio de chamada de vídeo.
A vítima relatou ainda que, durante todo o tempo, era pressionada a fornecer informações sobre um suposto membro de facção rival, conhecido pelo apelido de “WM”, sendo ameaçada de execução caso não colaborasse.
No local, também foram apreendidos R$ 509,00 em espécie, sete aparelhos celulares, uma faca com cabo de madeira, uma faca de mesa, um facão, além de cordas e cabos utilizados para imobilizar a vítima.
Diante dos fatos, os suspeitos foram presos e conduzidos à Delegacia de Polícia para as devidas providências. O advogado dos suspeitos compareceu à unidade policial e acompanhou a confecção do boletim de ocorrência.