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Cáceres, 26 de fevereiro de 2026

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Fev 26

COMERCIANTE É BALEADO NA CABEÇA APÓS SE RECUSAR A PAGAR TAXA PARA FACÇÃO

Por ripanosmalandros em 26/02/2026 as 14:01
Publicado em: Notícias
Ocorrência Policial — Foto por: Reprodução

A violência ligada à cobrança de taxas por organizações criminosas fez mais uma vítima em Sobral, no interior do Ceará. Na manhã da última segunda-feira (23), um comerciante foi baleado dentro do próprio estabelecimento, no Residencial Nova Caiçara. Segundo investigações preliminares, o ataque teria sido motivado pela recusa do proprietário em pagar uma quantia exigida por uma facção que atua na região. As informações são do G1.

Câmeras de segurança registraram toda a ação, que durou poucos segundos. O suspeito chegou ao local em uma motocicleta e entrou no comércio sem retirar o capacete. Ao perceber a ameaça, o comerciante ainda tentou desarmar o criminoso, colocando a mão sobre a arma. O agressor conseguiu efetuar os disparos, atingindo a vítima no ombro e na cabeça, e fugiu em seguida.

Mesmo gravemente ferido, o comerciante caminhou até a saída da loja, sendo amparado por um idoso que presenciou o crime. Ele foi socorrido e encaminhado a uma unidade de saúde, onde permanece internado em estado crítico.

O caso está sob investigação da Delegacia de Sobral e não é considerado isolado. Autoridades apontam que comerciantes da cidade vêm sendo alvo de coação por parte de facções criminosas, que exigem pagamentos mensais para permitir o funcionamento dos estabelecimentos.

A polícia analisa as imagens das câmeras de segurança para identificar o autor dos disparos e apurar a estrutura do grupo criminoso responsável por determinar o ataque.

Por Metrópoles


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Fev 26

PREFEITURA EM MT VAI INDENIZAR MÃE POR REMOVER CORPO DE TÚMULO

Por ripanosmalandros em 26/02/2026 as 13:48
Publicado em: Notícias
Ocorrência Policial — Foto por: Reprodução

A retirada de um corpo de um túmulo sem qualquer aviso à família e a exposição do cadáver durante a abertura de uma nova sepultura levaram o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a manter a condenação por dano moral fixada em R$ 10 mil contra o município de Matupá. A decisão foi relatada pelo desembargador Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro.

Consta no processo que, em outubro de 2020, a mãe foi até o Cemitério Municipal de Matupá para realizar melhorias no túmulo do filho, falecido no dia 7 de agosto de 2020. Ao chegar ao local, foi informada pelo coveiro de que o corpo não estava mais onde havia sido sepultado. A família não recebeu qualquer comunicação prévia sobre a remoção.

Segundo relato apresentado na ação, o coveiro abriu o novo túmulo, permitindo que a mãe e outros familiares vissem o corpo em decomposição para confirmar se a troca havia sido feita “corretamente”. Diante da situação, ela pediu indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil. No entanto, a Vara Única de Matupá julgou o pedido parcialmente procedente e condenou o município ao pagamento de R$ 10 mil, acrescidos de juros de mora a partir da data do ocorrido.

Para o Tribunal, ficou configurada falha na prestação do serviço público. Mesmo sem comprovação de má-fé por parte do servidor, o município deve responder pelos danos causados, conforme prevê a Constituição, que estabelece a responsabilidade do poder público por prejuízos decorrentes de seus serviços.

A indenização foi mantida em R$ 10 mil. Os magistrados entenderam que o valor é proporcional à gravidade dos fatos e cumpre a função de compensar o sofrimento suportado, sem gerar enriquecimento indevido. O colegiado também definiu que a atualização do montante seguirá índice oficial único, conforme regra constitucional vigente, ajustando apenas a forma de cálculo da condenação.

O pedido da autora para aumento da indenização não foi analisado, pois foi apresentado de forma inadequada no processo. Já o município foi isentado do pagamento das custas judiciais, conforme determina a legislação estadual.

Por Folhamax


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Fev 26

OPERAÇÃO PRENDE 6 FACCIONADOS POR HOMICÍDIO E OCULTAÇÃO DE CADÁVER EM MT

Por ripanosmalandros em 26/02/2026 as 08:28
Publicado em: Notícias
Ocorrência Policial — Foto por: Reprodução

Polícia Civil está nas ruas para cumprir 6 prisões e 4 buscas contra uma facção criminosa investigada no homicídio e ocultação de cadáver de Marcos José Vieira Lima, o 'Borel', em 25 de agosto na cidade de São José do Xingu. O corpo dele ainda não foi encontrado. 

De acordo com as informações, essa é a segunda fase da Operação Midnight. Além das prisões e das buscas e apreensões, são cumpridos ainda 4 afastamentos de sigilo telefônico dos investigados, que estão nas cidades de São José do Xingu, Porto Alegre do Norte e Água Boa. 

A investigação aponta que os faccionados estão envolvidos no homicídio triplamente qualificado contra Borel. Eles também são investigados por promover a facção criminosa por meio de ações sociais na região. 

Agora, a polícia quer identificar a dinâmica do grupo criminoso. Borel teve a morte decretada após sofrer um "salve" no tribunal do crime. Sabe-se até o momento que ele foi atraído até uma casa que era ponto de apoio dos faccionados. O convite era para eles usarem drogas no local. 

Porém, foi rendido e submetido à tortura. Por meio de vídeochamada, lideranças da facção determinaram a morte do rapaz por, supostamente, trair um dos líderes. Segundo a apuração, Borel e um dos líderes teriam torturado uma pessoa em dezembro de 2024. Os dois chegaram a ser presos e condenados pelo crime. 

Depois que Borel foi morto dentro da casa, os criminosos levaram o corpo da vítima de moto até um local onde ele foi ocultado. Polícia Civil informou que, até o momento, ele não foi localizado. 

Investigação qualificada

Após a primeira fase da operação, as investigações se estenderam por aproximadamente seis meses, aprofundando-se a partir de análises técnicas realizadas após sucessivos deferimentos judiciais de medidas cautelares e diligências qualificadas, que levaram ao esclarecimento do crime e à identificação dos envolvidos.

Com base nas informações levantadas, somando-se às diligências policiais em campo, relatos testemunhais, relatórios policiais detalhados e outros meios de obtenção de provas, a Polícia Civil comprovou ao Ministério Público e ao Poder Judiciário que a vítima foi assassinada, mesmo sem o corpo ter sido localizado.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Onias Estevam Pereira Filho, foram reunidos elementos probatórios consistentes que indicam a participação de ao menos seis pessoas na empreitada criminosa.

Ações de assistencialismo

O mesmo grupo criminoso também está envolvido em ações de assistencialismo, com integrantes sendo indiciados por práticas ilícitas voltadas ao fortalecimento do grupo no município e na região.

Entre as condutas apuradas, estava a distribuição de cestas básicas a pessoas em situação de vulnerabilidade social, como forma de cooptação e ampliação da base de apoio do grupo criminoso.

Midnight

O nome da operação, que em inglês significa meia-noite, faz referência ao principal investigado, que atua como líder da facção criminosa na região.

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Por Gazeta Digital


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Fev 25

CPI DAS OBRAS PÚBLICAS EM CÁCERES JÁ REALIZOU MAIS DE 30 REUNIÕES E EXPEDIU 23 REQUERIMENTOS

Por ripanosmalandros em 25/02/2026 as 20:26
Publicado em: Notícias

Durante a sessão ordinária da Câmara de Cáceres desta semana, o vereador Jerônimo Gonçalves (PL), relator da CPI das Obras Públicas, divulgou os números atualizados dos trabalhos da comissão.

Em seu pronunciamento na tribuna, durante o expediente da palavra livre, o parlamentar destacou que, desde a instalação da CPI, já foram realizadas mais de 30 reuniões, expedidos 23 requerimentos e ouvidas 13 pessoas. Ele também informou que há previsão de ouvir pelo menos mais 10 depoentes até a conclusão das investigações. Jerônimo Gonçalves reforçou que os números evidenciam o empenho da comissão em apurar possíveis irregularidades nas obras públicas do município.

NOVOS PRAZOS

A CPI teve seu prazo de funcionamento estendido por mais 90 dias, após aprovação em plenário durante a sessão ordinária realizada no dia 19 de fevereiro. A prorrogação garante que a comissão continue seus trabalhos até o dia 07 de junho.

Segundo os membros da CPI, a necessidade de ampliação do prazo foi justificada pela complexidade dos contratos em análise e pela quantidade de documentos e depoimentos já coletados.

ENTENDA

A comissão foi instaurada para investigar denúncias de irregularidades na execução de obras públicas em Cáceres, após reclamações recorrentes da população sobre atrasos, falhas na execução e transtornos causados pelos serviços. A CPI é composta pela presidente, vereadora Elis Enfermeira, pelo relator, Jerônimo Gonçalves, e pelo membro Domingos.

PARTICIPE DA INVESTIGAÇÃO

A população pode contribuir com as investigações enviando denúncias, informações ou documentos pelos canais oficiais: WhatsApp da CPI (65) 99947-4351 ou Ouvidoria da Câmara (ouvidoria@caceres.mt.leg.br).

A comissão garante sigilo das informações e assegura que todas as colaborações serão analisadas com responsabilidade.

Por Márcio Camilo/Assessoria CMC


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Fev 25

MOTO SEM PLACA LEVANTA SUSPEITA - PM APREENDE DROGA E PRENDE MULHER LIGADA A FACÇÃO EM CÁCERES

Por ripanosmalandros em 25/02/2026 as 19:50
Publicado em: Notícias
Ocorrência Policial — Foto por: Reprodução

Na tarde desta quarta-feira (25), por volta das 17h30, uma equipe da Polícia Militar realizava patrulhamento ostensivo pela Avenida Tancredo Neves quando avistou uma motocicleta Honda Bros, de cor preta, circulando sem placas de identificação.

Os policiais já tinham informações de que uma moto com as mesmas características teria sido utilizada em um homicídio ocorrido recentemente na cidade, o que aumentou a suspeita e motivou a abordagem imediata.

O veículo era conduzido por uma mulher de 34 anos. Durante a busca pessoal, os militares encontraram em seus pertences quatro porções médias de substância análoga à maconha.

Questionada, a suspeita relatou que teria recebido o entorpecente de uma facção criminosa e revelou ainda que havia mais droga em sua residência. Diante da situação de flagrante, a equipe policial seguiu até o endereço informado.

No imóvel, os policiais localizaram mais porções de substância análoga à maconha, além de uma balança de precisão, indicando possível comercialização do entorpecente.

No momento da ação, estavam na residência os filhos menores da suspeita e uma sobrinha maior de idade. O Conselho Tutelar foi acionado e compareceu ao local, ficando responsável por encaminhar as crianças aos familiares.

A mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia, juntamente com a droga apreendida e a balança de precisão, para as providências legais cabíveis.

A motocicleta foi recolhida e submetida às medidas administrativas previstas na legislação de trânsito vigente.


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Fev 25

PC PRENDE 3 FACCIONADOS COM ARMAS PARA MATAR RIVAIS EM MT

Por ripanosmalandros em 25/02/2026 as 18:48
Publicado em: Notícias
Ocorrência Policial — Foto por: Reprodução

Policiais militares do 7º Comando Regional apreenderam, na terça-feira (24), duas pistolas, 76 munições de calibres diversos e porções de entorpecentes em Barra do Bugres.

Três mulheres e um homem foram detidos em flagrante, suspeitos de integrarem a uma facção criminosa.

Durante o policiamento tático no âmbito da Operação Tolerância Zero, os policiais militares da 12ª Companhia Independente receberam informações dos setores de inteligência de que havia pessoas responsáveis pelo armazenamento e distribuição de drogas, armas e munições a mando da facção.

De acordo com a denúncia, o armamento seria utilizado para execução de rivais no município. Em rondas pelo bairro Jardim Paraguai, os militares identificaram três mulheres em atitude suspeita em frente a uma residência. Elas tentaram fugir, mas foram detidas em flagrante. Com elas, os policiais localizaram diversas porções de cocaína, uma balança de precisão e outros materiais utilizados no preparo das drogas.

As detidas confessaram a localização de um comparsa, que estaria com as armas e munições. Os militares saíram em busca do suspeito, que foi encontrado e detido.

O armamento foi apreendido dentro de uma mochila, no quarto do suspeito. Ele revelou à PM que estava há dois meses com os equipamentos. O grupo foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência e adoção das medidas cabíveis por parte da Polícia Civil.

Por Folhamax


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Fev 25

JUSTIÇA CONCEDE PRISÃO DOMICILIAR A MULHER CONDENADA POR MATAR DOIS EX-NAMORADOS EM VG

Por ripanosmalandros em 25/02/2026 as 12:50
Publicado em: Notícias
Ocorrência Policial — Foto por: Montagem/RepórterMT

A juíza da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, Mônica Catarina Perri Siqueira, converteu em prisão domiciliar a custódia de Silvana Ferreira da Silva, de 34 anos, presa nessa terça-feira (24), acusada de matar dois ex-namorados em Cuiabá e Várzea Grande. Ela foi detida logo após dar à luz no Pronto-Socorro de Várzea Grande, onde estava internada para o parto.

Silvana foi presa em cumprimento a mandado judicial expedido após o trânsito em julgado da condenação e a revogação de benefício anterior. Ela havia obtido prisão domiciliar, mas o benefício foi suspenso por descumprimento das condições impostas pela Justiça.

Durante a audiência, a defesa pediu a concessão de nova prisão domiciliar, argumentando que a ré está em pleno período de amamentação de uma recém-nascida, com apenas dois dias de vida, além de ser mãe de outra criança de 1 ano e 4 meses, o que exigiria a presença materna.

Condenada pelo Tribunal do Júri, Silvana recebeu pena de 24 anos e 6 meses de reclusão por homicídio qualificado. Além dessa sentença, possui outras condenações que, somadas, totalizam 48 anos, 2 meses e 15 dias de prisão, incluindo homicídio qualificado, ocultação de cadáver e tráfico de drogas.

Apesar do histórico criminal e do descumprimento anterior das medidas judiciais, a magistrada concedeu prisão domiciliar humanitária pelo prazo de seis meses. A decisão levou em consideração o fato de a ré estar em período de amamentação, bem como a necessidade de cuidados maternos à outra filha, de 1 ano e 4 meses.

descumprimento de qualquer das condições implicará na revogação imediata do benefício e retorno ao regime fechado.

Ela também está autorizada a permanecer por até sete dias na maternidade para acompanhamento da recém-nascida antes de retornar ao domicílio, onde cumprirá a medida sob monitoramento eletrônico.

Por RepórterMT


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