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Um policial militar, identificado como D.C., 30 anos, foi denunciado por duas mulheres e preso depois de tê-las encontrado no Motel Paradise, fazer um programa com ambas e depois de satisfeito sacar um revólver calibre 38 e exigir a devolução do dinheiro pago a elas antecipadamente.

Conforme narrado no boletim de ocorrência, o PM manteve relação com as garotas de 23 e 24 anos somente depois de entregar a elas R$ 600. Como elas não aceitaram devolver o dinheiro e só o fizeram mediante a ameaça, um bate-boca foi iniciado. Funcionários do estabelecimento acionaram uma guarnição para resolver a situação.

Acontece que, ao chegarem as quatro viaturas, as meninas já tinham ido embora de Uber e o PM saiu em um Volkswagen Saveiro. Os militares foram então à caça dos criadores da baderna.

Uma outra guarnição PM avistou uma das envolvidas no Posto Idaza localizado no início da avenida do CPA, perto da Avenida Mato Grosso. Abordada, ela afirmou que o PM cliente estava hospedado no Hotel Los Angeles, situado próximo à rodoviária.

Foi quando uma das primeiras viaturas que atenderam o chamado encontraram uma das vítimas, que confirmou ter sido enganada ao lado de uma amiga após terem feito juntas um serviço para um homem que se identificou como policial militar.

De acordo com elas, o suspeito aparentava estar bêbado, mostrava-se exaltado e de fala desconexa quando as ameaçou. Ela ainda mostrou áudios onde o militar as manda "fazer o que quiserem" e irem "atrás de seus direitos", porque só quis "se divertir e não houve acordo".

Em outro dos áudios, ele ironiza o fato de uma delas ter duvidado que ele era PM. Ele diz ainda que foi abordado por uma viatura e que se não fosse policial, certamente estaria preso. "Ai gente, pelo amor de Deus, que drama. Vou ter medo disso por causa de que? Para. Só não gostei, tudo bem, meu dinheiro também não é capim pra pagar um trem que eu não combinei, né? Não coloquei arma na cara de ninguém, só peguei a arma na mão e exigi meu dinheiro de volta. Cês foram embora, tão de boa, que que tá.... ah, meu Deus do céu", encerra.

Folhamax