Um homem de 45 anos foi encontrado morto dentro de uma residência na noite desta sexta-feira (21), no bairro Cavalhada, em Cáceres. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Segundo informações, por volta das 19h50, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP após uma denúncia de que havia um homem aparentemente sem vida em uma residência localizada na Rua São José.
Uma equipe da Rádio Patrulha foi imediatamente até o endereço e constatou a situação. No interior do imóvel, os policiais encontraram a vítima, posteriormente identificada como José Ribeiro da Silva, de 45 anos.
Diante da situação, o local foi isolado e as equipes da Polícia Civil e da Politec foram acionadas para realizar os procedimentos necessários e iniciar os trabalhos de perícia.
Inicialmente, havia a suspeita de que José pudesse ter morrido por causas naturais. No entanto, somente os exames periciais poderão apontar oficialmente a causa da morte.
A ocorrência foi registrada e o caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.
Vitor Hugo Vicente, de 28 anos, foi morto a tiros dentro de uma casa na madrugada de quinta-feira (20), no bairro Jardim Rio Claro, em São José do Rio Claro.
Conforme informações da Polícia Militar, uma equipe foi acionada por volta das 1h15 para atender a uma ocorrência de homicídio. No local, os policiais encontraram Vitor Hugo deitado sobre um colchão no chão, com marcas aparentes de disparos de arma de fogo na região da cabeça.
Uma mulher que mantinha relacionamento com a vítima contou aos policiais que estava deitada com Vitor Hugo quando a porta da casa foi arrombada. Em seguida, ela viu um indivíduo usando capacete, que efetuou os disparos contra a vítima.
Após os tiros, a mulher saiu correndo da residência. Os suspeitos fugiram do local e não foram identificados.
A Polícia Militar isolou e preservou a cena do crime e acionou a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizaram os procedimentos necessários.
A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC) identificou as três pessoas que morreram em um acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira, (21) na BR-158, em Confresa.
As vítimas fatais são Orlando Cardoso Silva, de 44 anos, Regivaldo da Silva Mendes, de 40 anos, e Eric Aguiar Costa, de 27 anos. Uma mulher de 42 anos também se envolveu no acidente, mas foi socorrida e encaminhada ao hospital.
Conforme consta no boletim de ocorrência (BO) registrado pela PJC, o acidente envolveu um caminhão-trator Scania R 440 A6x4 e um semirreboque. Os veículos trafegavam em sentidos opostos pela rodovia quando bateram de frente. A colisão foi registrada por uma câmera de segurança de uma empresa localizada às margens da pista.
Ainda segundo o BO, Orlando, Regivaldo e Eric ficaram presos às ferragens e foram retirados pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiram aos ferimentos e morreram no local. A quarta vítima, uma mulher de 42 anos, foi socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal de Confresa.
Não há informações sobre o estado de saúde dela. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para os procedimentos periciais. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.
Candidato ao Senado pelo Avante, Antonio Galvan voltou a causar polêmica nesta sexta-feira (21) ao criticar a legislação que estabelece punição mais severa para o feminicídio e afirmar que homens e mulheres devem receber a mesma pena quando matam seus companheiros.
A declaração ocorreu durante uma sabatina no Jornal do Meio-Dia, da TV Vila Real, onde o candidato, de perfil conservador, protagonizou um bate-boca com os apresentadores Lúcio Sorge e Camila Della Valle.
Durante a entrevista, Galvan afirmou que o problema não está na diferenciação das penas para crimes contra mulheres, mas nos conflitos familiares e na falta de atuação preventiva do Estado. Segundo ele, os desentendimentos dentro das famílias acabam contribuindo para a destruição dos lares.
"Acaba com a família o desentendimento que existe, e tem uma responsabilidade que é do Estado, que não está fazendo o papel dele. Porque ninguém foi lá ver a estrutura daquela família, o que está acontecendo com a terceira briga", afirmou.
A declaração provocou reação dos apresentadores, que questionaram o candidato sobre a necessidade de uma legislação específica para combater o assassinato de mulheres em razão da condição de gênero.
Galvan, porém, manteve sua posição e defendeu que a pena seja igual independentemente do sexo da vítima.
"Por isso que eu defendo que a pena tem de ser igual. Se for 10 anos, 20, 30, 40, 50, 100 anos, mas que seja igual. Uma vez que uma mulher matou um homem e um homem matou a mulher, a pena tem de ser igual. Eu não defendo a pena diferenciada de forma e maneira nenhuma", declarou.
Em meio ao bate-boca, o candidato também questionou a existência de estatísticas específicas sobre homens mortos por mulheres e comparou os casos aos feminicídios.
"Por que que não coloca a morte do homem atrapalhado por uma mulher em estatística? Pode perguntar lá pro Google", afirmou.
Galvan ainda declarou que não é favorável à morte de ninguém, mas defendeu a aplicação de pena de morte para "marginais". Também afirmou que mulheres deveriam ter acesso a armas para sua própria proteção.
"Ninguém foi lá na casa da mãe daquele cara que morreu, pedir pra ela como é que ela está se sentindo morta por uma mulher. Matou, ela tem que ter a mesma punição", disse.
As declarações ocorrem em meio a um cenário de violência contra a mulher em Mato Grosso. Segundo dados mencionados no debate, o Estado já registrou 31 feminicídios em 2026 até agosto, mantendo índices elevados e a liderança nacional na taxa de feminicídios pelo terceiro ano consecutivo.
Galvan também classificou como "inútil" a Lei nº 14.994/2024, que aumentou a pena para o crime de feminicídio no Brasil, passando de 20 para 40 anos de reclusão. A legislação foi citada pelo candidato em referência à ex-senadora e adversária na disputa eleitoral, Margareth Buzzetti (PP).
"A pena da lei, que a Margareth fez aqui como senadora, não surtiu efeito. Não surtiu efeito, porque a pena reduzida para mulher, ela acaba favorecendo em vários sentidos. A pena tem que ser igual, independente disso. E está aí mais do que provado que tudo que fizeram até hoje não resolveu o assunto", concluiu.
Um idoso de 66 anos foi baleado durante um roubo ocorrido na madrugada desta sexta-feira (21), em uma propriedade rural de Nova Marilândia. A vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo na região do tórax.
Segundo informações registradas pela Polícia Militar, dois homens encapuzados invadiram a propriedade e anunciaram o assalto.
Durante a ação criminosa, os suspeitos atiraram contra o idoso e fugiram levando uma caminhonete Ford Ranger branca, aproximadamente R$ 4,5 mil em dinheiro e uma espingarda calibre 36.
Após o crime, as informações foram repassadas às equipes policiais dos municípios da região, que iniciaram buscas para localizar os suspeitos e recuperar os bens roubados.
Por meio dos sistemas de segurança, os policiais identificaram que a caminhonete havia seguido em direção a Nortelândia, pela estrada da Camargo Corrêa, no sentido do Assentamento Santa Aninha.
Durante as diligências, a Ford Ranger foi localizada abandonada às margens da estrada, com um dos pneus estourado. Enquanto aguardavam a chegada do guincho, os policiais abordaram um Fiat Uno de cor prata que vinha do assentamento.
No veículo estavam dois homens com características semelhantes às descritas pelas vítimas. Conforme o boletim de ocorrência, inicialmente, eles negaram envolvimento no roubo, mas apresentaram contradições durante a abordagem e, posteriormente, teriam admitido participação no crime.
Um dos suspeitos, de 21 anos, teria apontado um adolescente de 16 anos como o responsável pelo disparo que atingiu o idoso. O adolescente, por sua vez, teria indicado aos policiais um local onde estariam escondidos a arma e o dinheiro roubados.
As equipes realizaram buscas no local indicado, mas os materiais não foram encontrados. Apenas uma luva preta foi localizada.
Ainda segundo o registro policial, o adolescente declarou que o roubo teria sido determinado por uma pessoa conhecida pelo apelido de “L.”.
Os dois suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Arenápolis, onde o caso será investigado. A caminhonete Ford Ranger foi recuperada e apreendida.
As circunstâncias do crime e a participação de cada envolvido ainda serão apuradas pela Polícia Civil.
A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde de ontem, quinta-feira (20), um homem suspeito de tráfico de drogas no município de Canarana. A ação foi resultado de um trabalho de monitoramento e inteligência realizado pelas equipes policiais nas principais vias de acesso à cidade.
Segundo informações repassadas ao site Olhar Alerta, o suspeito foi abordado enquanto retornava de Querência pela MT-109. Durante a revista, os investigadores encontraram cerca de 75 gramas de uma substância análoga à maconha, distribuídas em quatro porções e acondicionadas em embalagens utilizadas para comercialização.
As investigações apontam que o homem teria se deslocado até Querência para adquirir o entorpecente, em razão da redução na oferta de drogas no mercado ilegal de Canarana. De acordo com a Polícia Civil, o cenário é consequência das recentes operações de combate ao tráfico realizadas na região do Vale do Araguaia, que resultaram em apreensões expressivas de entorpecentes e na desarticulação de pontos de distribuição.
O suspeito já era conhecido pelas forças de segurança e possui antecedentes relacionados ao mesmo tipo de crime. Após receber informações sobre sua movimentação, os policiais passaram a acompanhar o trajeto do investigado e realizaram a abordagem nas proximidades da ponte sobre o Rio Tanguro.
O delegado Diogo Jobane lavrou o auto de prisão em flagrante e adotou as medidas legais cabíveis. Além da droga apreendida, a Polícia Civil recolheu uma motocicleta Honda CG 160 Titan S, utilizada no transporte do material, e um aparelho celular que poderá ser submetido à análise para auxiliar no avanço das investigações e na identificação de possíveis fornecedores.
Na tarde desta quinta-feira (20), por volta das 17h30, a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima informando que três indivíduos estariam em uma residência localizada na Rua Polinésia, no Residencial Jardim Aeroporto, aparentemente abandonada.
Segundo a denúncia, os suspeitos teriam invadido o imóvel e estariam utilizando o local para a comercialização de entorpecentes.
Diante das informações, equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar se deslocaram até o endereço indicado para averiguar a situação. Ao chegarem ao local, os policiais foram recebidos por um homem de 29 anos, que atendeu prontamente à equipe.
Questionado sobre a denúncia, o suspeito relatou que a residência teria sido supostamente alugada por outro indivíduo e afirmou não saber fornecer maiores informações sobre a situação. Em seguida, ao ser questionado sobre uma possível comercialização de entorpecentes no imóvel, declarou desconhecer qualquer atividade ilícita e autorizou a equipe policial a realizar uma vistoria na residência.
Durante as buscas, os policiais realizaram uma varredura no quintal do imóvel. Em meio a uma moita de capim-cidreira, foi localizado um recipiente contendo uma porção de tamanho médio de substância análoga à pasta base de cocaína, além de uma balança de precisão e uma pequena porção de substância análoga à maconha.
Diante da localização dos entorpecentes e dos materiais, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com todo o material apreendido, para as providências cabíveis.
A ocorrência deverá ser investigada para esclarecer a origem dos entorpecentes e a possível utilização do imóvel como ponto de comercialização de drogas.