Na noite de ontem, sexta-feira (31), por volta das 22h, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP após a informação de que um homem havia dado entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com possíveis lesões provocadas durante uma briga com o próprio irmão.
Diante das informações, a equipe policial foi até a unidade de saúde e conversou com a vítima, de iniciais D.G., de 36 anos. Ele relatou que mora com a mãe, no bairro Jardim Imperial, e que seu irmão, residente em Cuiabá, estava passando férias em Cáceres e hospedado na casa da mãe.
Segundo a vítima, os dois se desentenderam e, sem motivo aparente, o irmão passou a agredi-lo, batendo sua cabeça diversas vezes contra o chão, causando lesões na região da testa e do nariz.
Questionado sobre o possível paradeiro do suspeito, a vítima informou que ele já estaria retornando para Cuiabá, onde reside.
A vítima permaneceu na UPA sob cuidados médicos, sendo submetida a exames de raio-X.
Diante dos fatos, foi registrado o boletim de ocorrência.
Pouco mais da meia noite, já no sereno da madrugada deste sábado, (01/08), a Polícia Militar foi acionada via CIOSP informando sobre uma motocicleta abandonada em uma residência desabitada, localizada no Bairro Santa Rosa.
Após a solicitação e em posse do endereço a rádio patrulha foi ao local e constatou a veracidade dos fatos, encontrando a misteriosa motocicleta Honda Titan de cor preta, placa NJL-0G77, foi realizada a checagem e constatado que se tratava de um veículo produto de furto, em Cáceres, conforme registro de boletim de ocorrência.
Diante da situação a motocicleta foi encaminhada ao pátio do CISC para as devidas providências.
A DERF (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos) segue investigando o caso.
Uma confraternização familiar terminou com momentos de terror na noite de ontem, sexta-feira (31), em uma chácara no Setor Aeroporto, em Juína. Cerca de cinco criminosos armados invadiram a propriedade, renderam e amarraram as vítimas, entre idosos, adultos e criança, mas acabaram surpreendidos pela Polícia Militar, dando início a uma troca de tiros durante a fuga.
Segundo o boletim de ocorrência, os assaltantes chegaram ao imóvel gritando "Polícia! Polícia!" para enganar os moradores. Em seguida, anunciaram o roubo e obrigaram todos os presentes a deitarem no chão, sendo amarrados com tiras de tecido.
Durante a ação, um dos criminosos exigiu dinheiro, joias e armas de fogo do proprietário da chácara e ordenou que ele o levasse até um cofre.
Enquanto era mantida sob o domínio da quadrilha, uma das vítimas conseguiu se trancar no banheiro por alguns instantes e enviou um áudio pelo WhatsApp para uma familiar, pedindo socorro. A mensagem levou a mulher a acionar a Polícia Militar e compartilhar a localização em tempo real da propriedade, permitindo a rápida chegada das equipes.
Ao perceberem a aproximação dos policiais, os criminosos fugiram levando uma caminhonete Ford Ranger pertencente às vítimas. Conforme a PM, os suspeitos abriram fogo contra os militares, que revidaram.
Durante a perseguição, o motorista perdeu o controle da caminhonete, bateu contra uma viatura da PM e, em seguida, contra um palanque de cerca. O grupo abandonou o veículo e fugiu a pé em direção a um cafezal.
No banco do motorista havia manchas de sangue, indicando que um dos criminosos pode ter sido baleado durante o confronto. Apesar das buscas, ninguém foi localizado.
Dentro da caminhonete, os policiais encontraram um revólver calibre .38, que ficou sob responsabilidade da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
As vítimas informaram o roubo de R$ 3,7 mil em dinheiro, uma pulseira de ouro e um anel. Elas também relataram que a residência possui sistema de câmeras de segurança, que registrou toda a ação criminosa.
Um homem de 20 anos foi preso e dois adolescentes, uma jovem de 17 anos e um rapaz de 16, foram apreendidos pela Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (31), no bairro Residencial Paraíso, em Nova Mutum/MT. Durante a abordagem, investigadores da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) encontraram mais de dois quilos de maconha e skunk escondidos em uma bolsa utilizada para transportar objetos de um bebê de cinco meses.
A ação ocorreu por volta das 16h40, durante diligências relacionadas a uma investigação sobre tráfico de drogas no município. Segundo o delegado da Derf, Jean Paulo Ferreira Nascimento, a equipe monitorava pessoas suspeitas de guardar entorpecentes para organizações criminosas.
Durante o acompanhamento, os investigadores perceberam uma movimentação considerada suspeita em uma residência. Conforme o delegado, havia a possibilidade de que integrantes do grupo tivessem sido alertados sobre a presença da polícia nas proximidades.
Na sequência, os três deixaram o imóvel caminhando rapidamente. A adolescente carregava o bebê no colo, enquanto o grupo transportava uma bolsa rosa usada para guardar pertences da criança.
Como os investigados já eram conhecidos pela equipe, os policiais realizaram a abordagem. Durante a revista, localizaram dentro da bolsa porções de maconha e skunk, droga de maior valor comercial.
“Encontramos uma quantidade expressiva de droga. São mais de dois quilos de maconha e também skunk. Isso demonstra que as nossas investigações estavam no caminho correto”, afirmou Jean Paulo.
Bolsa do bebê era usada como esconderijo
De acordo com o delegado, a adolescente de 17 anos é namorada do suspeito de 20 anos. O casal tem um filho de cinco meses, que estava presente no momento da abordagem.
A bolsa que deveria transportar roupas, fraldas e outros objetos da criança era utilizada para esconder os entorpecentes, segundo a Polícia Civil.
O bebê não sofreu ferimentos. O texto-base não informa para quem a criança foi entregue após a condução dos envolvidos.
O adulto foi encaminhado à delegacia, enquanto os dois adolescentes foram apreendidos e apresentados à autoridade policial para os procedimentos previstos em lei. A Polícia Civil não detalhou, até a publicação desta reportagem, quais crimes foram formalmente atribuídos a cada um dos conduzidos.
Polícia pede apoio da população
Jean Paulo também destacou a importância das denúncias anônimas para a identificação de locais usados para comércio e armazenamento de drogas.
Segundo ele, moradores costumam conhecer os pontos que provocam insegurança e transtornos nos bairros, mas nem sempre comunicam formalmente às autoridades.
“A população sabe onde o problema acontece. Durante as diligências, é comum ouvirmos reclamações sobre pontos de venda de drogas. Pedimos que essas informações sejam repassadas à Polícia Civil ou à Polícia Militar, para que possamos monitorar e realizar as prisões”, declarou.
As investigações continuam para identificar a origem dos entorpecentes, o destino da droga e a eventual participação de outras pessoas no esquema.
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Polícia de Araputanga, cumpriu, na manhã desta sexta-feira (31), um mandado de prisão definitiva em desfavor de um homem de 31 anos, condenado pela Justiça e com sentença transitada em julgado. Conforme a decisão judicial, o condenado possui pena remanescente de 15 anos, 10 meses e 12 dias, a ser cumprida em regime fechado, pelos crimes; Assossiação criminosa, lesão corporal, roubo, entre outros.
A prisão foi realizada por investigadores da Delegacia de Polícia Civil de Araputanga, que localizaram o condenado em um ponto de venda de água de coco, na saída da cidade para o município de Reserva do Cabaçal. Após a abordagem e confirmação da identidade, foi dado cumprimento ao mandado expedido pela Vara Única da Comarca de Araputanga, sem que houvesse resistência.
Após o cumprimento da ordem judicial, o preso foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para a realização dos procedimentos legais, incluindo exame de corpo de delito e comunicação ao Poder Judiciário. Em seguida, foi encaminhado à unidade prisional competente, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da pena em regime fechado.
A Polícia Civil reafirma seu compromisso com o cumprimento das decisões judiciais e com a retirada de foragidos da Justiça do convívio social, fortalecendo as ações de segurança pública na região.
O subtenente Yerson Salazar Aliendres foi morto a tiros na tarde de ontem, quinta-feira (30), em Ascensión de la Frontera, distrito do município de San Matías, na Bolívia, cidade que faz fronteira com Cáceres (MT). O assassinato, praticado em plena luz do dia, causou revolta entre os moradores, que incendiaram um veículo apontado, preliminarmente, como sendo utilizado pelos autores do crime.
De acordo com informações iniciais, o policial foi surpreendido e executado na principal avenida da cidade. Logo após os disparos, equipes da Polícia Boliviana foram mobilizadas para atender a ocorrência, enquanto populares, revoltados com a escalada da violência na região, atearam fogo no automóvel que teria sido usado na fuga dos criminosos.
A polícia isolou a área para a realização da perícia e iniciou a coleta de evidências. As investigações buscam identificar os autores da execução, esclarecer a motivação do homicídio e verificar se o caso tem ligação com outros episódios recentes de violência registrados na região de fronteira.
O assassinato acontece em meio a um clima de forte tensão em San Matías, onde, nos últimos dias, foram registrados diversos crimes violentos. Entre eles está um ataque armado ocorrido em uma propriedade rural localizada a poucos quilômetros da cidade, que deixou várias vítimas fatais e segue sendo investigado pelas autoridades bolivianas.
Segundo informações preliminares, ao menos seis pessoas morreram na sequência de ataques registrados na região. Além do subtenente Yerson Salazar Aliendres, outro agente de segurança também teria sido morto.
Até o momento, as autoridades bolivianas não divulgaram detalhes oficiais sobre a dinâmica da execução nem confirmaram a identidade dos suspeitos. As investigações continuam e novas informações deverão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos.
Uma megaoperação das forças de segurança desferiu um duro golpe contra o tráfico internacional de drogas na manhã de quinta-feira (30), na zona rural de Colniza (MT).
Durante a ofensiva, os policiais localizaram e apreenderam 12 fardos de maconha que haviam sido descarregados por aeronaves clandestinas vindas da Bolívia.
A ação integrada reuniu equipes do Grupo Especial de Fronteira (GEFRON), Polícia Federal, CIOPAER e Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do Comando Regional VIII (CR8) de Juína e da Força Tática.
De acordo com o boletim de ocorrência, as equipes intensificaram as diligências após receberem informações de inteligência apontando que duas aeronaves cruzaram ilegalmente a fronteira e realizaram o descarregamento de uma grande remessa de entorpecentes em uma área de difícil acesso no município de Colniza.
Com o cerco montado, os policiais realizaram uma varredura minuciosa nas proximidades do suposto ponto de pouso. A estratégia deu resultado e os agentes encontraram 12 grandes fardos contendo uma substância com características e forte odor de maconha, confirmando que a carga fazia parte do carregamento despejado pelas aeronaves criminosas.
Todo o entorpecente foi apreendido e encaminhado às autoridades competentes. As forças de segurança seguem em diligências para identificar e capturar os integrantes da organização criminosa responsável pela operação do tráfico internacional.