José Carlos de Souza Gomes, 20, confessou ter assassinado a universitária Valéria Araújo Corrêa, de 28 anos, em Tangará da Serra e afirmou em depoimento à Polícia Civil que matou a vítima por “vingança”. Ele detalhou que se sentiu “injustiçado” durante um programa sexual.
Segundo o investigado, ele conheceu Valéria por meio de um site de acompanhantes e mantinha encontros frequentes com ela havia cerca de dois meses. Em depoimento, José Carlos relatou que pagava entre R$ 200 e R$ 300 pelos programas, que aconteciam sempre na casa da vítima.
Ao ser questionado sobre a motivação do crime, o suspeito afirmou que ficou revoltado após pagar R$ 200 por um encontro e ser dispensado cerca de 15 minutos depois porque a vítima atenderia outro cliente.
“Eu paguei uma hora com ela. Daí deu 15 minutos, ela falou para eu ir embora da casa dela”, disse.
Ainda conforme o depoimento, o suspeito afirmou que passou dias planejando o assassinato e decidiu cometer o crime na quarta-feira (6).
“Hoje eu vou pegar ela”, declarou ao relatar o momento em que decidiu ir até a casa da vítima.
A Polícia Civil informou que Valéria foi morta com 31 facadas dentro da residência onde morava, no bairro Jardim Itália. Conforme as investigações, o suspeito pulou o muro do imóvel durante a madrugada e utilizou uma faca da própria casa para atacar a vítima enquanto ela dormia.
Após o crime, ele permaneceu no imóvel por horas para evitar levantar suspeitas e fugiu levando objetos da residência, incluindo celular e tablet.
José Carlos foi preso pela Polícia Civil e autuado em flagrante pelos crimes de feminicídio, estupro e roubo.
Um motorista de 44 anos, identificado pelas iniciais R.S., procurou a 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres na manhã desta segunda-feira (11) para registrar o furto de uma peça de seu veículo de trabalho. O crime ocorreu na noite do último sábado (09), em um posto de combustível localizado no trevo de Poconé, às margens da BR-174.
O comunicante relatou aos investigadores que trabalha para uma empresa de transportes e, na ocasião, conduzia um caminhão Volvo. Ele realizou uma parada no referido estabelecimento e estacionou o veículo próximo às bombas de combustível. Segundo a vítima, o furto do módulo do farol só foi notado após a sua chegada ao destino final, na cidade de Cáceres.
R.S. informou ainda que o posto de combustível possui sistema de monitoramento por câmeras. Ele acredita que a ação criminosa tenha sido registrada, o que pode auxiliar na identificação dos suspeitos.
O boletim de ocorrência foi lavrado para que as providências cabíveis sejam tomadas. Até o momento, nenhum suspeito foi detido e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Na tarde desta segunda-feira (11/05), um comerciante de 56 anos, proprietário de um mercado localizado na Avenida Tancredo Neves, procurou a Delegacia de Polícia Civil para denunciar um caso, no mínimo, curioso e revoltante.
Segundo relato feito aos investigadores plantonistas da 1ª DP, ele recebeu uma carga de produtos da marca Sadia, entre eles caixas de coxinha da asa. Durante a conferência da mercadoria, o comerciante verificou inicialmente que a quantidade de caixas estava correta. Porém, ao abrir os volumes para conferir os produtos, levou um verdadeiro susto.
De acordo com ele, cada caixa deveria conter oito peças, mas em oito das 27 caixas entregues havia apenas sete unidades, ou seja, uma peça havia “sumido” de cada embalagem.
O comerciante contou ainda que já vinha percebendo irregularidades semelhantes há alguns dias e, desconfiado da situação, resolveu fazer uma checagem minuciosa da carga, momento em que confirmou o prejuízo.
Indignado com o possível furto “fracionado”, ele decidiu procurar a polícia para registrar a ocorrência e pedir providências.
Agora, o caso está sendo investigado e a pergunta que fica é: para onde foram parar as misteriosas coxinhas desaparecidas?
A vítima encontrada morta no começo da manhã desta segunda-feira (11/05), na Rua Joaquim Moreira, nas proximidades de uma marcenaria, no bairro Vila Nova, foi identificada por um familiar que compareceu à unidade policial logo após o corpo ser encaminhado ao IML.
O familiar, inclusive, apresentou a carteira de identidade da vítima, identificada como Felipe Elias de Souza Lemes, de 27 anos.
Segundo informações, Felipe já vinha recebendo ameaças, porém, não foi informado o motivo, nem quem estaria o ameaçando.
O réu Alaor da Silva será submetido ao Tribunal do Júri de Paranatinga, na terça-feira (12). Ele é acusado de matar Anthonny Gabriel Rodrigues Ferreira, de 5 anos, com um tiro em fevereiro de 2024, no bairro Vila Concórdia, na cidade.
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime ocorreu durante uma discussão entre o réu e sua então companheira. Alaor teria disparado contra a mulher, mas o tiro atingiu o neto dela, que estava no local. A criança chegou a ser socorrida por familiares, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O inquérito da Polícia Judiciária Civil (PJC) aponta que o relacionamento entre Alaor e a mulher era marcado por episódios de violência doméstica. Testemunhas relataram que o acusado frequentemente ameaçava a vítima utilizando armas de fogo.
Alaor fugiu logo após o crime, sendo preso dias depois. Ele senta no banco dos réus para responder pelos crimes de homicídio, tentativa de feminicídio e porte irregular de arma de fogo.
Para a promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonça Siscar, o julgamento é um passo essencial para a reparação social diante da brutalidade do caso.
“Trata-se de um caso extremamente grave, que envolve violência doméstica e resultou na morte de uma criança de cinco anos. Esperamos que a Justiça seja feita de forma firme e responsável”, afirmou a promotora.
No começo da manhã desta segunda-feira (11), por volta das 06h30, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP após denúncias de que havia um homem caído ao solo, aparentemente sem vida, na Rua Joaquim Moreira, nas proximidades de uma marcenaria, no bairro Vila Nova.
De posse das informações, uma equipe da Rádio Patrulha seguiu imediatamente até o local e constatou a veracidade dos fatos. A vítima, um homem com idade aproximada de 30 anos, já estava em óbito. Até o momento, sua identidade não havia sido confirmada.
A Polícia Civil e a Politec foram acionadas e realizaram os procedimentos de praxe no local.
Após os trabalhos periciais, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia e identificação oficial.
O caso foi registrado e agora passa a ser investigado pela Polícia Civil, através da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa), que trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte.
Pouco depois da meia-noite, já no início da madrugada desta segunda-feira (11/05), a Polícia Militar realizava rondas ostensivas pela Avenida 7 de Setembro quando ouviu três estampidos, aparentando serem provenientes de arma de fogo. Em seguida, a equipe se deslocou imediatamente até um bar localizado na mesma via e, ao se aproximar, avistou um homem caído ao solo, inconsciente, porém ainda com vida, apresentando uma perfuração na região da testa. Posteriormente, a vítima foi identificada como Guilherme Gustavo Gonçalves, de 25 anos, morador do Residencial Dom Máximo.
Devido à grande aglomeração de pessoas no momento dos disparos, muitas correram para o interior do estabelecimento e outras fugiram para suas residências, dificultando a identificação dos autores. Durante buscas nas imediações, foi localizada uma arma de fogo do tipo pistola, calibre .380, acompanhada de um carregador contendo oito munições intactas do mesmo calibre. Em conversa com testemunhas, estas relataram que o autor dos disparos usava boné, possuía cabelos loiros compridos e vestia um agasalho.
Posteriormente, a equipe de inteligência recebeu informações de que uma residência localizada na Rua do Retiro, no bairro Vila Irene, estaria sendo utilizada como casa de apoio por integrantes de facção criminosa oriundos de outro município.
Diante das informações, a equipe iniciou vigilância no local, ocasião em que avistou um indivíduo conduzindo uma motocicleta de cor escura, tendo como passageiro um homem com cabelos compridos, que desceu rapidamente e entrou na residência. Pouco depois, chegou ao local outra motocicleta, modelo Yamaha/Factor, também de cor escura, conduzida por outro indivíduo, que igualmente entrou rapidamente no imóvel.
Diante da situação de flagrante delito, foram acionadas equipes do 6º BPM, Rotam e Força Tática, que realizaram a entrada tática no imóvel e procederam à abordagem dos suspeitos.
O suspeito de iniciais W.C.C., de 43 anos, negou participação nos fatos. Entretanto, em entrevista com o adolescente de 16 anos, este relatou que sua função seria “resgatar” o atirador, informando que compareceu ao local conduzindo uma motocicleta Yamaha/Factor de cor preta. O menor relatou ainda que o suspeito maior de idade se encontrava nas proximidades e seria o responsável por efetuar os disparos contra a vítima.
Segundo o adolescente, após os disparos, sua função seria resgatar o suspeito e conduzi-lo até a residência utilizada como casa de apoio. Contudo, afirmou que, ao chegar nas proximidades, ouviu os disparos e avistou uma viatura policial, motivo pelo qual deixou o local imediatamente. Posteriormente, deslocou-se até a residência onde foi apreendido, ocasião em que encontrou o suspeito W.C.C., alegando que não conversaram sobre os fatos.
Ainda conforme o menor, o atirador seria o suspeito maior de idade, relatando que houve um desencontro no momento dos disparos que atingiram a vítima.
A fotografia do suspeito W.C.C. foi apresentada aos seguranças do estabelecimento, que confirmaram que ele se encontrava em frente ao local antes dos disparos. No entanto, relataram não ter visto o autor no momento do crime, não sendo possível confirmar se o suspeito seria efetivamente o atirador.
O local do crime foi devidamente isolado e preservado, sendo acionadas a Polícia Civil e a Politec, que compareceram ao local e realizaram os procedimentos iniciais de perícia e investigação.
A vítima foi socorrida ao Hospital Regional pelo Corpo de Bombeiros Militar, porém não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
No local da abordagem dos suspeitos, foram localizados uma porção de substância análoga à maconha, três aparelhos celulares e a motocicleta Yamaha/Factor de cor cinza.
Diante dos fatos, a equipe policial se deslocou até o CISC para a confecção do boletim de ocorrência, juntamente com os dois suspeitos, além do veículo, da porção de substância análoga à maconha e dos três aparelhos celulares apreendidos.